quarta-feira, 29 de julho de 2009

Filme, amigos e patinhos.

Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Para quebrar o gelo depois do último post, que foi quase insuportável para mim escrever, vou falar do dia de hoje.

Estive com amigos. Foi uma tarde muito agradável. Não vou falar do que aconteceu desde a hora que eu abri os olhos de manhã, porque não aconteceu nada de interessante. Vamos adiantar o dia para as 14 horas. Eu estava tomando banho, atrasado para a hora que eu havia marcado com Bárbara e Nancy. Sai do banho e as duas estavam aqui em casa me esperando estéricas porque eu não estava no lugar que havíamos combinado. Terminei de me arrumar e Bárbara não me deixou usar óculos escuro apesar de estar um dia totalmente claro com o sol fazendo os olhos se fecharem. Foi um dia quente, apesar de estarmos no meio do inverno. Não havia uma nuvem sequer no céu.

Saímos da minha casa, caminhando. Foi bom caminhar. E fomos para casa de Sofia. Bárbara esta gripada, estamos com medo porque o Brasil está passando por uma epidemia de um novo tipo de gripe. Espero que não seja nada sério, e com certeza não deve ser. Na nossa região são pouquíssimos os casos de pessoas suspeitas de terem contraído a gripe. Acho que Bárbara fez bem em sair de casa e respirar ar puro, ela não gosta muito de sair, principalmente com o sol que fazia hoje.

Na casa de Sofia, assistimos um filme (eu assisti pela segunda vez ¬), acho que já falei algo sobre ele aqui, não me lembro agora. Se chama O Diário de Uma Paixão. O nome sugere algo totalmente meloso e piegas. E realmente o filme é assim! Mas por algum motivo eu gostei (acho que é porque eu achei o ator muito bonito), apesar de não ter paciência para esse tipo de filme, mas ninguém quis assistir Sexta-Feira 13. O filme é a história de amor contada através de um diário que a velha reumática escreveu, e agora estava caduca e o velho marido que durante o flash back era lindo, agora estava tão muxibento quanto ela. O casal de velhos raquíticos eram os protagonistas da história contada no diário, e o sr. Muxiba lia para a sra. Maracujá para tentar fazê-la lembrar da vida deles e como eles se amavam e eram completamente idiotas, uma vez que só fizeram sexo 7 anos depois de se conhecerem. A garota (engraçadinha de ontem e caduca de hoje) foi afastada do jovem (gostoso de ontem e reumático de hoje) pelos pais, porque ela queimava dinheiro na lareira e ele queimava apenas lenha porque trabalhava numa madeireira e além do mais queimava na fogueira porque era muito pobre e a casa dele não tinha lareira. No final, ela fica noiva de um capitão do exército que ela cuidou quando o mundo entrou em gerra e ela serviu como enfermeira, e ele se encontrava remendado e faltando pedaços, e agora estava com pinta de galã de musicais geriátricos da Broadway. O amor da vida dela também havia ido para a guerra, quando voltou estava rico, isso aconteceu de repente, ninguém entendeu o porquê, então a mãe dela a autorizou a escolher entre ele e o Fantasma da Ópera. Ela escolheu Noan, sim esse era o nome do velho muxiba (não confundam com “No One”, música da Alicia Keys) que a levou para passear de barco pelo rio que havia ai, e estava repleto de patos.

Sofia pausou o filme e tentou contar quantos patos estavam pousados ali. Quando contou 5 mil, desistiu. O drama do filme já havia deixado nossa atenção quando Sofia, para piorar, começou a cantar:


“5 mil patinhos foram passear, além das montanhas para brincar.
A mamãe gritou quá-quá-quá-quá.
Mas só quatro mil novecentos e noventa e nove patinhos voltaram de lá.

Quatro mil novecentos e noventa e nove patinhos foram passear,
Além das montanhas para brincar.
A mamãe gritou quá-quá-quá-quá.
Mas só quatro mil novecentos e noventa e oito patinhos voltaram de lá.”


E continue até perder a conta.

Todos riram muito disso e voltamos ao filme. Como já estava no fim, vou resumir: e viveram felizes para sempre, e morreram velhos e caducos num asilo.

Paramos para fazer algo para comer. Alguém queria comer pão de queijo. Acho que era Sarah, irmã de Sofia.

- Nossa, como eu queria comer pão de queijo! - disse Sarah. - Chad, você quer pão de queijo?
- Sim – respondi.
- Nancy, você também quer pão de queijo? - perguntou novamente Sarah.
- Adoraria – respondeu Nancy.
- E você Bárbara?
- Eu também, Sarah – respondeu Bárbara.
Então quando todos nós esperávamos que Sarah fosse preparar pão de queijo para a gente, ela disse:
- Que bom, todo mundo quer pão de queijo! - e deitou-se novamente no tapete.

Não vou expressar a raiva que sentimos aqui.

No fim das contas a mãe de Sarah e Sofia, nos disse para irmos ao mercado comprar que ela assaria para gente. Mas infelizmente no mercado não tinha pão de queijo, e ficaremos com vontade até... bom, até comermos.

Acabamos comendo pão de cebola com patê, enquanto assistíamos a outro filme. Desse eu não me lembro bem, porque ninguém prestou atenção. Mas era sobre uma família que vivia um reality show, criado por eles mesmos.

O filme e a comida acabaram e então viemos para casa sem ajudar a limpar a bagunça que fizemos. Combinamos de fazer um almoço de domingo no sábado, na casa de Sofia. E no caminho de volta, eu e Nancy viemos ouvindo música no iPod (propaganda da Apple) e dançando feito idiotas retardados pela rua. Mal chamamos a atenção, estava deserto. Então começamos a cantar também para ver se alguém aparecia, mas não obtivemos sucesso. A única coisa que conseguimos foi deixar Bárbara com vergonha.

Me despedi das meninas quando cheguei em casa e entrei, estou escrevendo sobre o dia e aflito por um banho.


Vejo vocês depois, Chad.

Um comentário:

  1. ai, eu ri muito com esse post! :D
    adoreia parte dos patinhos (eu cantava essa musica xD) e do pão de queijo
    shaushauhsuahsuahsauhs

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