Sexta-feira, 02 de outubro de 2009
Olá de volta, senti tanta falta de escrever, e nesse momento estou conversando com meus amigos os quais não apresentei aqui ainda, além da Penélope e do Daniel.
Como vocês sabem, eu me mudei. Estou morando a um quarteirão da faculdade, com a Penélope e Daniel, que eu já morei no inicio do primeiro semestre, e tem a Ray Ray e a Cady. Já fiz grandes amigos aqui.
Acho que a coisa mais legal que aconteceu nos últimos dias foi ontem. Me senti meio hippie. Fiz um amigo do sétimo período la na faculdade. Ontem ele me ligou e perguntou se eu poderia ir com ele num lugar que ele ia sempre, um lugar importante pra ele. Era um mirante, deu pra ver boa parte da cidade de lá, era lindo. Já eram 23 horas e estava frio, então ele sugeriu que entrássemos no carro, e ficamos conversando um bom tempo lá dentro, até que eu não resisti, puxei ele pela camisa e beijei. Era um clima bem romântico, e eu confesso que fiquei surpreso com a reação de ambos. Foi uma coisa bem anos 60 aquela noite, eu estou tão geriátrico nos últimos tempos, tenho frequentado baladas alternativas demais haha.
Esse fim de semana ficarei em casa, estou economizando para fazer uma viagem.
Preciso contar sobre a doce velhinha que mora ao lado haha. Temos uma vizinha muito simpática, que é psicóloga, professora e costureira. Ela se ofereceu para consertar minhas calças novas que estão um pouco grandes, nos trouxe torta e nos emprestou um monte de filmes. Ela é um amor.
Sobre a faculdade, estou enturmado com todos os grupos da sala, estamos nos unindo bastante, e eu acho isso muito bom. Mas no meio do ano, com o vestibular, entraram novos alunos que estão estudando com a gente. É inédito o número de meninos em arquitetura aqui na faculdade haha. Tem um menino muito lindo, que fica olhando para mim (segundo meus amigos que ficam de cara por mim), eu acho ele parecido com o Professor Utonio das Meninas Super Poderosas. Ele é bombado e completamente autista.
Eu tenho uma disciplina que se chama Composições Tridimensionais, é uma coisa muito complicada e trabalhosa, apesar de ser legal. Mas seria melhor se os dois professores não fossem mau humorados. Tenho que entregar um trabalho diferente com materiais diferentes a cada quinzena.
Na semana que vem minha mãe e irmã estão vindo me visitar. Estou ansioso e já estou programando nossas atividades.
Preciso parar de escrever agora, e peço desculpas por não ter contado as coisas detalhadamente agora, mas prometo fazer isso depois.
Até mais, Chad.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Último dia de ferias
Sexta-feira, 14 de Julho de 2009
Olá pessoas, eu sei, muito tempo, não é? Mas eu nem ligo porque ninguém deve ter sentido saudades mesmo (risos).
Então, minhas férias suínas acabaram e eu estou de volta a BH. Vou tentar me lembrar dos fatos cronologicamente pra contar. Acho que esse texto vai ficar um pouco longo porque aconteceu tanta coisa.
Então, de volta ao último domingo. Eu estava na casa da Sophie vendo filmes e minha mãe me ligou dizendo que meu tio iria me trazer de volta. Eu disse pra Sophie e ela perguntou se poderia vir comigo porque ela também mora aqui e teria que voltar na segunda-feira. Tudo bem, meu tio e eu fomos até a casa dela buscá-la na segunda la pelas 4 da tarde. Depois de me despedir de todo mundo, viemos. Meu tio veio o caminho todo falando das viagens (chatas) dele para o exterior, como se isso nos interessasse. Mas tudo bem, o carro era meu mas quem dirigia era ele.
Chegamos em BH 9 da noite e meu tio, só para me irritar, não quis pegar o caminho que eu disse ser o certo até a minha casa, e nos perdemos, e ele é orgulhoso demais para pedir informações e então tivemos que esperar o idiota achar sozinho o lugar, que demorou 1 hora e 30 minutos. Cheguei no meu ex-prédio e o porteiro estava cochilando (como sempre) e nem me ajudou com as malas, tive que levar até o elevador aqueles 500 kg sozinho. Quando entrei em casa, tinha algumas pessoas estranhas que eu nunca tinha visto antes. Eram parentes da menina que ta morando lá agora no meu lugar. Taylor estava navegando na internet (que geriátrica essa expressão) e nem sequer levantou pra me dizer oi, quando ela esta na frente de um computador ela morre para o mundo. Não pude entrar no meu próprio quarto porque já não era mais meu. A nova moradora é chegada na maconha. Os únicos que se demostraram felizes em me ver foram a Natalie e o Stuchi, o cachorro. Me senti incomodado ali, não era mais o meu lar e eu tinha que ficar pedindo permissão até para ligar a tv, e tive que dormir na sala. No outro dia eu fui lanchar e dentro da geladeira tinha katchup, quase foi declarado guerra por eu ter usado aquilo, sendo que meus xampus e outros produtos de higiene pessoal que eu tinha deixado lá, desapareceram no banheiro da Taylor. Sem falar nas minhas lapiseiras pentel, canetas nanquim, meu esquadro super caro e meu escalímetro que desapareceram e eu tive que comprar novos. E eu não podia usar o katchup? A vida é engraçada. E as pessoas são estranhas.
No outro dia a nova moradora, que também estuda na minha sala, estava quase me expulsando dali, minha sorte é que eu já tinha um lugar novo para morar, que é onde eu estou agora. Me mudei na terça-feira às 2 da tarde, e obrigado a Deus por isso. Não aguentava mais pessoas folgadas e interesseiras e mesmo sem conhecer as pessoas com quem moro agora, eu estava muito feliz em sair de lá.
Quando eu cheguei no apartamento novo só tinha duas pessoas aqui, o Daniel estava dormindo e a Penélope estava na sala vendo TV. Coloquei minhas coisas no meu quarto novo e sai. Fui ver minha amiga...
Olá pessoas, eu sei, muito tempo, não é? Mas eu nem ligo porque ninguém deve ter sentido saudades mesmo (risos).
Então, minhas férias suínas acabaram e eu estou de volta a BH. Vou tentar me lembrar dos fatos cronologicamente pra contar. Acho que esse texto vai ficar um pouco longo porque aconteceu tanta coisa.
Então, de volta ao último domingo. Eu estava na casa da Sophie vendo filmes e minha mãe me ligou dizendo que meu tio iria me trazer de volta. Eu disse pra Sophie e ela perguntou se poderia vir comigo porque ela também mora aqui e teria que voltar na segunda-feira. Tudo bem, meu tio e eu fomos até a casa dela buscá-la na segunda la pelas 4 da tarde. Depois de me despedir de todo mundo, viemos. Meu tio veio o caminho todo falando das viagens (chatas) dele para o exterior, como se isso nos interessasse. Mas tudo bem, o carro era meu mas quem dirigia era ele.
Chegamos em BH 9 da noite e meu tio, só para me irritar, não quis pegar o caminho que eu disse ser o certo até a minha casa, e nos perdemos, e ele é orgulhoso demais para pedir informações e então tivemos que esperar o idiota achar sozinho o lugar, que demorou 1 hora e 30 minutos. Cheguei no meu ex-prédio e o porteiro estava cochilando (como sempre) e nem me ajudou com as malas, tive que levar até o elevador aqueles 500 kg sozinho. Quando entrei em casa, tinha algumas pessoas estranhas que eu nunca tinha visto antes. Eram parentes da menina que ta morando lá agora no meu lugar. Taylor estava navegando na internet (que geriátrica essa expressão) e nem sequer levantou pra me dizer oi, quando ela esta na frente de um computador ela morre para o mundo. Não pude entrar no meu próprio quarto porque já não era mais meu. A nova moradora é chegada na maconha. Os únicos que se demostraram felizes em me ver foram a Natalie e o Stuchi, o cachorro. Me senti incomodado ali, não era mais o meu lar e eu tinha que ficar pedindo permissão até para ligar a tv, e tive que dormir na sala. No outro dia eu fui lanchar e dentro da geladeira tinha katchup, quase foi declarado guerra por eu ter usado aquilo, sendo que meus xampus e outros produtos de higiene pessoal que eu tinha deixado lá, desapareceram no banheiro da Taylor. Sem falar nas minhas lapiseiras pentel, canetas nanquim, meu esquadro super caro e meu escalímetro que desapareceram e eu tive que comprar novos. E eu não podia usar o katchup? A vida é engraçada. E as pessoas são estranhas.
No outro dia a nova moradora, que também estuda na minha sala, estava quase me expulsando dali, minha sorte é que eu já tinha um lugar novo para morar, que é onde eu estou agora. Me mudei na terça-feira às 2 da tarde, e obrigado a Deus por isso. Não aguentava mais pessoas folgadas e interesseiras e mesmo sem conhecer as pessoas com quem moro agora, eu estava muito feliz em sair de lá.
Quando eu cheguei no apartamento novo só tinha duas pessoas aqui, o Daniel estava dormindo e a Penélope estava na sala vendo TV. Coloquei minhas coisas no meu quarto novo e sai. Fui ver minha amiga...
Olá de volta
Oi pessoas, peço desculpas por ter demorado tanto pra continuar as postagens, mas é que eu não tive mesmo tempo para escrever desde o fim das férias. Eu fiquei pensando, eu tenho uma postagem interminada, não sei se eu posto ou não, mas acho que vou acabar postando e vocês ficarão curiosos para saber o final, porque eu mesmo não lembro, juro.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Férias: decadência.
Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
Chad.
Como eu havia dito antes, minhas férias não são exatamente legais porque eu não tenho muitas coisas para fazer. Antes de eu ter ido para BH era divertido, eu sempre podia escolher para onde eu queria viajar, o que eu queria fazer. Mas agora eu tenho que voltar para o rancho e ficar com minha família, não estou reclamando da presença deles, até mesmo porque foi uma escolha minha ficar aqui durante todo tempo das férias. Um mês é pouco para matar a saudade. Porém um mês de férias é muito quando não se tem nada para fazer.
Quando eu era criança e vinha para o Brasil era mágico. Acho que já falei disso também. Então vou falar de outra coisa.
Lembra da gripe suína, que é a principal noticia dos jornais? Então, por causa dela eu estou de férias até dia 11. Minhas aulas começariam segunda-feira. Agora tenho mais uma semana. Não sei se isso é bom ou ruim ainda. Minha faculdade anunciou no Twitter o adiamento das aulas por causa da gripe, seguindo as orientações do ministério da saúde.
Uma das vantagens das férias é que eu tenho tempo de sobra para escrever. Quando eu voltar para as aulas, não terei mais essa disponibilidade.
Talvez amanhã eu vá pra balada, eu queria muito sair hoje, mas não combinei nada com ninguém e agora não dá mais tempo, porque eu moro longe de tudo. Mas eu vou sobreviver, talvez eu suba no telhado de novo (haha).
Estou com alergia, já tinha alguns dias que eu estava melhor, mas hoje, ela atacou novamente, e até as partes que já haviam melhorado, estão vermelhas novamente. Acho que é por causa do repelente para mosquitos que minha mãe usa aqui em casa. Não sei o que é pior: os mosquitos ou a alergia.
Chad.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Cavalo de Duas Patas
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Chamem a policia, tem um louco no meu telhado!
Dez minutos para quinta-feira, 30 de Julho de 2009.
Abraços, Chad.
Esse post era para ser sobre visões bucólicas noturnas. Lua, estrelas cadentes, planetas...
Contudo, os últimos fatos mudarão completamente o sentido desse texto. A principio, enquanto eu observa o céu, eu pensava em como eu escreveria aqui sobre o que eu sentia naquele momento. Mas a noite terminou de forma tão engraçada, que toda vez que eu me perguntar por que razão eu escrevo em um blog, eu me responderei que realmente tem coisas que só acontecem comigo.
Como eu disse no post anterior, eu havia chegado em casa e escrito como minha tarde havia sido e fui tomar banho.
Após o banho eu peguei minha mochila, coloquei dentro dela um cobertor, minha câmera fotográfica, meu iPod e um pacote de rufles. Me agasalhei bem, porque a noite esta bem fria. Coloquei uma blusa de lã, meu casaco, uma calça quente e cachecol e sai do quarto enquanto minha mãe e irmã já estavam dormindo. Na verdade foi há 2 horas atrás. Fui até a casa da piscina, que fica perto do lago. Como eu não achei as chaves, eu peguei uma escada e subi até o telhado. La em cima, forrei o cobertor no teto e me sentei, coloquei uma música e comecei a olhar para o céu. Foi a visão mais linda que eu tive em dias. A lua crescente contrastando com as montanhas dava a impressão de que o escuro das montanhas era um grande buraco negro e que a Terra sumiria a qualquer momento ali dentro. E no meio do céu eu assistia Marte caminhar lentamente sobre o grande espaço azul marinho acima dos meus olhos seguido por dezenas de estrelas cadentes. Nunca havia visto tantas estrelas cadentes em uma noite apenas.
Passou muito tempo e eu estava ali olhando para o céu, comendo batatas e ouvindo Regina Spektor, quando eu vi uma viatura da policia se aproximando. Achei estranho mas não fiz nada, pensei que eles estavam dando a volta rotineira deles, mesmo sendo dentro do nosso rancho. Quando a coisa mais estranha aconteceu
Eles pararam a viatura, e minha mãe apareceu de roupão com uma lanterna e veio ao encontro deles, e um dos policiais gritou para que eu descesse de lá com as mãos onde eles pudessem ver. Foi então que eu entendi o que havia acontecido. Minha mãe se levantou para tomar água ou ir ao banheiro e quando passou pela janela, deve ter visto os flashes das fotos que eu tentei tirar da noite e ligou para a policia pensando ser alguem tentando invadir a casa.
No fim das contas, além de eu ter levado bronca da minha mãe e dos policiais, ralei o cotovelo tentando descer de lá.
Mas apesar de tudo, foi uma noite maravilhosa para mim. Eu me sinto extremamente bem olhando para o céu a noite. De certa forma isso me enche de paz e esperança. E me traz pensamentos tranquilos (saudades do trema), diferentes de todos que eu tenho tido.
Então é isso. Não escreverei mais por hoje, pelo menos não agora.
Abraços, Chad.
Filme, amigos e patinhos.
Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
Vejo vocês depois, Chad.
Para quebrar o gelo depois do último post, que foi quase insuportável para mim escrever, vou falar do dia de hoje.
Estive com amigos. Foi uma tarde muito agradável. Não vou falar do que aconteceu desde a hora que eu abri os olhos de manhã, porque não aconteceu nada de interessante. Vamos adiantar o dia para as 14 horas. Eu estava tomando banho, atrasado para a hora que eu havia marcado com Bárbara e Nancy. Sai do banho e as duas estavam aqui em casa me esperando estéricas porque eu não estava no lugar que havíamos combinado. Terminei de me arrumar e Bárbara não me deixou usar óculos escuro apesar de estar um dia totalmente claro com o sol fazendo os olhos se fecharem. Foi um dia quente, apesar de estarmos no meio do inverno. Não havia uma nuvem sequer no céu.
Saímos da minha casa, caminhando. Foi bom caminhar. E fomos para casa de Sofia. Bárbara esta gripada, estamos com medo porque o Brasil está passando por uma epidemia de um novo tipo de gripe. Espero que não seja nada sério, e com certeza não deve ser. Na nossa região são pouquíssimos os casos de pessoas suspeitas de terem contraído a gripe. Acho que Bárbara fez bem em sair de casa e respirar ar puro, ela não gosta muito de sair, principalmente com o sol que fazia hoje.
Na casa de Sofia, assistimos um filme (eu assisti pela segunda vez ¬), acho que já falei algo sobre ele aqui, não me lembro agora. Se chama O Diário de Uma Paixão. O nome sugere algo totalmente meloso e piegas. E realmente o filme é assim! Mas por algum motivo eu gostei (acho que é porque eu achei o ator muito bonito), apesar de não ter paciência para esse tipo de filme, mas ninguém quis assistir Sexta-Feira 13. O filme é a história de amor contada através de um diário que a velha reumática escreveu, e agora estava caduca e o velho marido que durante o flash back era lindo, agora estava tão muxibento quanto ela. O casal de velhos raquíticos eram os protagonistas da história contada no diário, e o sr. Muxiba lia para a sra. Maracujá para tentar fazê-la lembrar da vida deles e como eles se amavam e eram completamente idiotas, uma vez que só fizeram sexo 7 anos depois de se conhecerem. A garota (engraçadinha de ontem e caduca de hoje) foi afastada do jovem (gostoso de ontem e reumático de hoje) pelos pais, porque ela queimava dinheiro na lareira e ele queimava apenas lenha porque trabalhava numa madeireira e além do mais queimava na fogueira porque era muito pobre e a casa dele não tinha lareira. No final, ela fica noiva de um capitão do exército que ela cuidou quando o mundo entrou em gerra e ela serviu como enfermeira, e ele se encontrava remendado e faltando pedaços, e agora estava com pinta de galã de musicais geriátricos da Broadway. O amor da vida dela também havia ido para a guerra, quando voltou estava rico, isso aconteceu de repente, ninguém entendeu o porquê, então a mãe dela a autorizou a escolher entre ele e o Fantasma da Ópera. Ela escolheu Noan, sim esse era o nome do velho muxiba (não confundam com “No One”, música da Alicia Keys) que a levou para passear de barco pelo rio que havia ai, e estava repleto de patos.
Sofia pausou o filme e tentou contar quantos patos estavam pousados ali. Quando contou 5 mil, desistiu. O drama do filme já havia deixado nossa atenção quando Sofia, para piorar, começou a cantar:
“5 mil patinhos foram passear, além das montanhas para brincar.
A mamãe gritou quá-quá-quá-quá.
Mas só quatro mil novecentos e noventa e nove patinhos voltaram de lá.
Quatro mil novecentos e noventa e nove patinhos foram passear,
Além das montanhas para brincar.
A mamãe gritou quá-quá-quá-quá.
Mas só quatro mil novecentos e noventa e oito patinhos voltaram de lá.”
E continue até perder a conta.
Todos riram muito disso e voltamos ao filme. Como já estava no fim, vou resumir: e viveram felizes para sempre, e morreram velhos e caducos num asilo.
Paramos para fazer algo para comer. Alguém queria comer pão de queijo. Acho que era Sarah, irmã de Sofia.
- Nossa, como eu queria comer pão de queijo! - disse Sarah. - Chad, você quer pão de queijo?
- Sim – respondi.
- Nancy, você também quer pão de queijo? - perguntou novamente Sarah.
- Adoraria – respondeu Nancy.
- E você Bárbara?
- Eu também, Sarah – respondeu Bárbara.
Então quando todos nós esperávamos que Sarah fosse preparar pão de queijo para a gente, ela disse:
- Que bom, todo mundo quer pão de queijo! - e deitou-se novamente no tapete.
Não vou expressar a raiva que sentimos aqui.
No fim das contas a mãe de Sarah e Sofia, nos disse para irmos ao mercado comprar que ela assaria para gente. Mas infelizmente no mercado não tinha pão de queijo, e ficaremos com vontade até... bom, até comermos.
Acabamos comendo pão de cebola com patê, enquanto assistíamos a outro filme. Desse eu não me lembro bem, porque ninguém prestou atenção. Mas era sobre uma família que vivia um reality show, criado por eles mesmos.
O filme e a comida acabaram e então viemos para casa sem ajudar a limpar a bagunça que fizemos. Combinamos de fazer um almoço de domingo no sábado, na casa de Sofia. E no caminho de volta, eu e Nancy viemos ouvindo música no iPod (propaganda da Apple) e dançando feito idiotas retardados pela rua. Mal chamamos a atenção, estava deserto. Então começamos a cantar também para ver se alguém aparecia, mas não obtivemos sucesso. A única coisa que conseguimos foi deixar Bárbara com vergonha.
Me despedi das meninas quando cheguei em casa e entrei, estou escrevendo sobre o dia e aflito por um banho.
Vejo vocês depois, Chad.
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